O arquiteto e urbanista brasileiro Fausto Longo, 64 anos, nascido em Amparo (133 km de São Paulo),  senador no Parlamento da Itália representando a América do Sul, agendou visita a Nova Trento, junto com alguns assessores, dia 21 de outubro. O contato foi feito pela sua assessoria, em Roma, com o secretário de Turismo e Cultura de Nova Trento, Salvio Tonini, semana passada. A pequena comitiva chega dia 21 e vai embora dia 22.

O interesse pela visita decorreu de contato pessoal entre Tonini e Longo durante missão de grupo neotrentino à Itália – e à região de Trento em especial – no último mês de agosto. O senador manifestou muito interesse em conhecer Nova Trento.

O secretário de Turismo de Nova Trento já está organizando-se para ser o melhor dos anfitriões, agendando contatos do senador com entidades da sociedade organizada neotrentina visando intensificar o intercâmbio entre o município e a Itália em diferentes campos de atividade.

No primeiro contato Longo pediu, se possível, a doação de uma imagem de Santa Paulina, para que fosse exibida a colegas do Parlamento italiano. O pedido será atendido durante sua visita, com uma imagem de um metro de altura. Sálvio Tonini também quer aproveitar a presença do senador para lançar, naquele data, o Roteiro das Graças.

Fausto representa a América do Sul no parlamento italiano. Foto Divulgação

Saiba mais sobre a trajetória de Fausto

Fausto Guilherme Longo, 65 anos, nascido em Amparo, no interior de São Paulo, é senador pelo Partido Socialista italiano, eleito em março de 2013, como representantes da América do Sul. Em seu currículo consta ter trabalho como gerente de Ação Regional da Fiesp – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, onde também foi presidente da Associação dos Funcionários.  Foi conselheiro de Turismo de Piracicaba, um dos fundadores do Salão de Humor de Piracicaba, diretor da Embratur para a Região Sul e presidente do Conselho do Instituto Paulista de Viniviticultura.

Foi candidato administrativo, em 1982, pelo PMDB de Piracicaba. Nas eleições gerais italianas de 2008, se candidatou pelo PSI para a Câmara dos Deputados, disputando uma das vagas destinadas a descendentes de italianos na América do Sul. Obteve 1.377 votos, não sendo eleito. Nas eleições subsequentes de 2013, graças a um acordo, foi inserido nas listas do Partido Democrata para o Senado. Conquistou 29. 077 votos e foi eleito. Em seguida, registrou-se no grupo parlamentar Pela Autonomia – Partido Socialista italiano.