Armas
Tido como um dos maiores ativistas na área, o deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC) é um dos convidados para participar da Shot Fair Brasil, que se apresenta como a primeira feira do país para quem é apaixonado por armas, de 19 a 21 de agosto, no Centro de Convenções e Exposições Expoville, em Joinville. Reunirá fabricantes, expositores, esportistas e visitantes. Vai falar sobre o uso de armas no Brasil. Os organizadores do evento explicam que Joinville foi escolhida por possuir uma cultura de clubes tradicionais para a prática de tiro esportivo e federados.
Mais iguais
Causou estupor a informação, aqui, das dívidas milionárias de ICMS de grandes empresas instaladas em SC. Assombro e raiva porque parecem mais iguais que tantas outras milhares, enquadradas como MEI ou Simples, que se devem R$ 1 de IPTU, ISS ou qualquer contribuição, entre elas as federais do INSS e Receita, por exemplo, não conseguem certidões negativas de débito, sem o que enfrentam limitações ou tem seus direitos bloqueados em várias de suas ações, como obtenção de empréstimos. Pergunta que não quer calar: como aqueles devedores conseguem e de forma aparentemente rápida e fácil?
Genocida
Diante da morte de 1.162 indígenas de 163 povos durante a pandemia de covid-19, a politizada Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) apresentou ontem uma denúncia contra Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia. Dos povos diretamente afetados estão os guarani-mbya, kaingang e guarani kaiowá, presentes em SC.
Modernidade
A CCR Via Costeira, concessionaria do trecho sul da BR 101, já permite o pagamento de pedágio em suas quatro praças, respaldando lei estadual, sancionada há poucos dias, exigindo a providência. Só se espera que o dispêndio desse serviço não seja transferido ao usuário quando da atualização das tarifas.
Tucanadas
O governador de São Paulo, João Dória, agendou SC, dias 13 e 14, na sua campanha como pré-candidato do PSDB à Presidência da República. Seu concorrente, o governador gaúcho Eduardo Leite, já conversou com os tucanos de SC e fez alguns acertos. Dória, aparentemente, ficará com as sobras. Se é que existem.
Raiva
Um fato que causa revolta (desculpem leitores pela intensidade da afirmação): 95% dos internados por covid-19 no Rio de Janeiro não se vacinaram. O que desejar a esta gente? Não, não aquilo que alguns estão pensando. Mas merecem, sim, uma boa dose de dor e sofrimento se forem infectados.
Sem milagres
O Conselho Federal de Medicina proíbe que clínicas divulguem o custo de uma faloplastia, de aumento do pênis. Deve ter seus motivos, públicos e nem tão públicos assim. Em alguns casos não há milagres a fazer, deixa entender a clínica de Blumenau que agora tem fila de espera depois que fez um procedimento no cantor Tiago, da dupla sertaneja com Hugo.
Barulheira
Imagina-se o barulho quando começar a discussão aberta, no Congresso, de um projeto de lei que institui a responsabilidade do Estado brasileiro em identificar publicamente lugares de repressão política utilizados por agentes da ditadura civil-militar (1964-1985). Conforme o projeto, eles deverão ser identificados por meio de placas e outros sinais locais. Em Florianópolis, um dos locais seria o antigo Palácio Rosado, depois Cruz e Sousa, celebrizado com o episódio chamado “Novembrada”, uma histórica manifestação popular contra o Regime Militar implantado em 1964 no Brasil, ocorrida em sua frente, dia 30 de novembro de 1979, com a presença do então presidente da República, João Baptista Figueiredo. Depois, o antigo e popular Café Ponto Chic, que não existe mais, onde o general foi hostilizado.
Responsabilidade
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, pode ter todos os defeitos, mas merece aplausos ao desengavetar a Proposta de Emenda Constitucional 171, que reduz a idade penal de 18 para 16 anos. Chega de hipocrisia. Se o jovem de 16 anos pode votar e dirigir, como, por exemplo, manter inimputável o assassino brutal de um médico, diante da família, por um deles, de 16 anos, na praia do Guarujá (SP), há poucos dias?
As contas
As contas da logística necessária para viabilizar o voto impresso assustam: será preciso mobilizar, em 2022, 1 milhão e 800 mil mesários, em 500 mil sessões, transportados por agentes de segurança…. Quem vai pagar isso?





