O fato de ter sido aberto inquérito civil contra ele pela 10ª Promotoria da Comarca de Florianópolis, não significa que o neotrentino Maxiliano de Oliveira, diretor do Hospital Infantil Joana de Gusmão, seja culpado. O motivo da ação – a demora no conserto do tomógrafo, de responsabilidade da Philips, que não encontrava o defeito, já foi resolvido há mais de 15 dias. A propósito, Max tem sido elogiado pelas autoridades médicas da Capital pelo que vem fazendo no hospital que comanda. Destacam-se as obras de ampliação da emergência; a abertura da unidade de isolamento, que estava fechada há cinco anos; a reforma da unidade de queimados, que é a única de Santa Catarina para crianças; e a liberação da construção e reforma da unidade pediátrica.
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