Outubro Rosa

Mais uma ação vitoriosa da deputada federal catarinense Carmen Zanotto (PPS). O Senado aprovou terça-feira projeto de sua autoria que oficializa a agora muito conhecida campanha “Outubro Rosa” na administração pública federal. Todos os gestores deverão realizar atividades de conscientização sobre o câncer de mama durante o mês de outubro. O projeto agora segue para sanção presidencial.

Foto: Divulgação


Telhado de vidro

Ana Caroline Campagnolo, deputada estadual eleita em SC pelo PSL –  aquela que pediu que alunos filmem os professores em sala de aula — se apresenta como antipetista, mas vive em um apartamento financiado justamente por um programa do PT: o Minha Casa, Minha Vida. Até processou a cooperativa Habitacional de Chapecó alegando que o valor do financiamento que recebeu era inferior ao valor do apartamento, informa o site O Antagonista.

Recinto sagrado

A Universidade do Estado (Udesc), em nota que repudia qualquer tentativa de violação ao direito de educação dos estudantes, diz que “é contrária a manifestações que sugerem a denúncia da exposição de pensamentos políticos-sociais em sala de aula e da identificação de professores”.  Honesta, a instituição liberou seus docentes para decidir se autorizam ou não a gravação de suas aulas.

Sem condicionantes

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, julgou procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade para declarar inconstitucionais dispositivos da Constituição de SC que condicionavam a abertura de ação penal contra o governador, seu vice e o secretariado estadual à prévia autorização da Assembleia Legislativa. O entendimento é que cabe ao Superior Tribunal de Justiça dispor, fundamentalmente, sobre a aplicação de medidas cautelares penais, inclusive afastamento do cargo.

Inúteis

O governador eleito Carlos Moisés da Silva vai fechar todas as 15 agências de desenvolvimento regional (ADRs) e os funcionários efetivos nelas lotados voltarão às suas origens. São poucos. Nos demais, comissionados, estão, como se sabe, políticos derrotados e aposentados, que ali encontraram um cabide de emprego e mais uma fonte de renda. Um acinte à meritocracia.

“Elogio”

Em entrevista à “Folha de S. Paulo” de ontem,  o candidato a presidente Ciro Gomes  (PDT) qualificou o ex-frei catarinense Leonardo Boff (que, aliás, anda muito sumido nas últimas semanas) como “um bosta”. E desafiou-o a emitir sua opinião sobre o mensalão e o petróleo.

Reitores mapeados

Há reitores, inclusive em SC, filiados a partidos políticos. Não é por acaso que a equipe do presidente eleito já está mapeando os mandatos de titulares de universidades federais para tentar influir na escolha dos seus substitutos no final dos respectivos mandatos.  Não é o caso da UFSC, onde o atual reitor foi eleito recentemente em processo causado pela morte de Luiz Carlos Cancelier.

Reta final

A fase final do programa Recicla CDL na Escola já tem data marcada para acontecer: 14 deste mês, quando serão analisadas as redações e desenhos elaborados pelos estudantes da rede pública que aderiram à iniciativa de conscientização ambiental desenvolvida pela FCDL/SC, com apoio de 152 Câmaras de Dirigentes Lojistas. Neste ano o projeto – que já está na oitava edição – teve recordes de adesão, com 196.819 estudantes de 1.420 escolas.

História

Há dias festejou-se em várias cidades de SC, incluindo suas escolas públicas, a Semana Farroupilha, com vinculação quase total à história do Rio Grande do Sul. Nesta semana comemorou-se a Semana do Contestado, instituída em lei estadual, evento eminentemente catarinense e praticamente ignorado. Lamentável.

Enquadramento

O Supremo Tribunal Federal definiu que o compartilhamento de termos de depoimentos prestados no âmbito de colaboração premiada deve respeitar as balizas do acordo homologado em juízo. O agravo foi interposto pelo Ministério Público Federal (MPF) contra decisão do ministro Edson Fachin que autorizou o compartilhamento com o MP-SC de trecho da colaboração premiada do ex-executivo do Grupo J&F Ricardo Saud para apuração de eventual prática de ato de improbidade administrativa por parte do então governador Raimundo Colombo.

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