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Todo sinalizado por cones e placas, o trecho da rua Santo Inácio entre a rua Francisco Valle (a que fica em frente à EEB Francisco Mazzola) até a José Dalbosco, um cuja esquina está a agência do Banco do Brasil, já está fluindo em mão dupla como consequência da interdição de parte da rua dos Imigrantes.

Numa parte do trecho fica a passarela da EEB Francisco Mazzoa, que passa sobre a rua dos Imigrantes e ameaçar cair, de acordo com novos laudos da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.

A solução no trânsito é temporária e pode mudar na próxima semana como consequência de posicionamento do juizado da Comarca de São João Batista, a quem o prefeito Gian Voltolini recorreu ontem, 13, depois de constatar que as possíveis providências do governo do Estado em relação à obra podem demorar algumas semanas ou até meses, comprometendo demais a mobilidade urbana no centro de Nova Trento.

Ao juizado o prefeito pediu que, através de uma liminar, o governo estadual tomasse providências em 48 horas, retirando a estrutura que ameaça vir ao chão e assim liberar a rua dos Imigrantes ao trânsito. Recebeu como resposta a sugestão, que foi aceita, de um prazo de 72 horas, que termina segunda-feira, para que as autoridades judiciais possam ouvir todas as partes e tomar uma decisão imediata.

Ontem o prefeito Gian Voltolini tratou do assunto junto a Secretaria de Infraestrutura, em Florianópolis, para onde levou vários documentos sobre a obra. Sugeriu que como a garantia dada pela empresa que fez a passarela, entregue em março de 2013, ainda está válida, que ela fosse acionada juridicamente para fazer a restauração da passarela, sem ônus para o Estado.

O prefeito também recebeu a informação de que um engenheiro do Deinfra esteve em Nova Trento segunda-feira para fazer um novo laudo da passarela, uma vez que o anterior, do ano passado, já estava desatualizado, já que seu estado de conservação piorou bastante a ponto de, agora, representar perigo iminente desmoronar.

O engenheiro estimou que a recuperação poderia custar cerca de R$ 32 mil, mas que provavelmente necessitaria de licitação, processo que poderia levar semanas.  Como se trata de patrimônio do Estado, a Prefeitura não está autorizada a fazer qualquer intervenção na passarela.

 

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