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Apesar do apoio entusiástico do prefeito Gian Voltolini, é quase certeza que não se concretizará em 2019 a proposta de introduzir o idioma italiano como disciplina obrigatória nas aulas do 1º ao 9º ano do ensino fundamental neotrentino. Há uma tendência para que seja oferecido de forma optativa e no contra turno escolar.

O estudo feito pela Secretaria Municipal de Educação encontra-se há quase três meses no Conselho Municipal de Educação, mas sem uma decisão de seus conselheiros. Dentro da Secretaria como no CME defende-se a necessidade e a importância da proposta, mas não para 2019, devido ao exíguo espaço de tempo necessário para os preparativos e adaptações, além de seus custos.

Entre as sugestões, e antes de qualquer outra decisão mais definitiva, está a de que primeiramente o projeto seja explicado ao Legislativo,  por parte do CME, e em seguida se convoque uma audiência pública aberta para que a população se manifeste livremente sobre o tema.


SEM TER AINDA UMA POSIÇÃO OFICIAL, ADMITE-SE, NA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO, A IMPOSSIBILIDADE DA PROPOSTA SER POSTA EM PRÁTICA EM 2019, DEVIDO AOS CUSTOS INICIAIS, COMO A NECESSIDADE DE CONTRATAR PELO MENOS SEIS PROFESSORES HABILITADOS

Ainda se teria que discutir como encaixar a disciplina na grande curricular e se nesse encaixe haveria necessidade de reduzir a carga horária de outros conteúdos de ensino. Uma das saídas que ganha corpo é que  se o idioma for admitido na grade curricular não teria mais caráter obrigatório, como desejado inicialmente; seria como disciplina opcional e oferecida no contra turno escolar, isto é, o aluno estudaria o idioma em turno diferente do seu normal.

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