A coligação de oposição que une o PL, PP, PSDB e União na disputa pela Prefeitura nas eleições municipais de 6 de outubro deste ano em Nova Trento divulgou na noite de anteontem a pesquisa que contratou junto a uma equipe técnica especializada de Florianópolis para que o eleitor neotrentino apontasse o nome que prefere para compor a chapa que já tem o ex-vereador Maxiliano de Oliveira como cabeça.

Foram ouvidas 450 pessoas em todo município e, com certa surpresa, o nome mais declarado foi o do empresário Laerci Girola (foto), com 14,40% das citações, vindo em seguida o ex-vereador Edson Hugen, com 12,89% e em terceiro o vereador Gabriel Battisti,  com 12,5%. Com tais índices, estatisticamente se considera que há um empate técnico.

Esclarecimento de O Trentino: A informação inicialmente recebida da coligação informava que o segundo nome mais citado foi o de Gabriel Battisti. Na noite de ontem veio a informação correta: o segundo mais citado foi Edson Hugen.

O eleitor também foi questionado quanto a rejeição de nomes, e o de Laerci obteve o menor índice, de 1,75%, contra 4% de Gabriel Battisti e Edson Hugen. Os eleitores consultados foram motivados a citar livremente um nome de sua preferência que gostariam que estivesse com Max na chapa. Além de Laerci Girola, Gabriel Battisti e Edson Hugen aparecem também os de Elza Casagranda, Emerson Bastiani, Joel Garbari e do Pastor André.

O empresário Laerci, que acompanhou a divulgação do resultado da pesquisa, na residência de Maxiliano de Oliveira, manifestou-se dizendo que diante do exposto gostaria de ter uns dias “para pensar” e decidir se aceita ou não. Caso decline, a coligação deve optar pelo segundo nome mais lembrado, do ex-vereador Edson Hugen (PP).  É que Laerci, recentemente, manifestou publicamente o desejo de não disputar cargo eletivo para poder continuar dando prioridade às suas atividades empresariais, ligadas à produção de suco de uva, vinho e  derivados, em um complexo instalado no bairro Vigolo.

Câmara aprova novos subsídios – Na sessão de terça-feira, 25, e no último dia de prazo para tal deliberação, devido a limitações da Lei Eleitoral, a Câmara de Vereadores votou e aprovou por unanimidade dois projetos de origem legislativa. O 009/2024 fixa os valores do subsídio mensal dos vereadores para a legislatura de 2005 a 2028, no valor de R$ 5.129,92, com direito a 13º salário e desconto de R$ 519,99 por ausência não justificada, por sessão.

O mesmo projeto fixa o subsídio mensal do presidente do Legislativo, para a legislatura de 2025 a 2029 no valor de R$ 6.707,88. Todos os subsídios devem ser revisados anualmente a partir de 2026, na mesma data e no mesmo índice dos servidores públicos municipais.

Na justificativa do projeto, a Mesa Diretora afirma que por decisão unânime optou-se por apresentar o projeto de lei com reajuste de 10% no valor da remuneração dos vereadores, para cobrir defasagem dos valores mantidos inalterados desde o ano de 2016.

Prefeito, vice e secretários –  O projeto de lei de origem legislativa 010/2024  fixou o subsídio do prefeito (a ser eleito ou reeleito em 6 de outubro) para o mandato eletivo de 2025 a 2028 no valor de R$ 13.130,63  e do vice-prefeito em R$ 6.565,31. O subsídio mensal para secretários municipais e chefe de gabinete foi fixado em R$ 7.122,16, todos com direito a 13º salário, férias e revistos anualmente a partir de 2026.

No caso do prefeito e do vice-prefeito, o projeto aprovado dá um aumento de 10% sobre o valor atual (o mesmo índice que será aplicado aos vereadores), enquanto os secretários municipais terão um aumento de 20%, uma vez que seu último reajuste se deu em 2016.

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