A Prefeitura iniciou 2020 com um saldo de R$ 900.032 em caixa e sem nenhuma dívida a saldar quanto a fornecedores, precatórios e encargos sociais. Também estão em dia seus compromissos financeiros (prestações de financiamentos e empréstimos de agentes financeiros, como Banco do Brasil e BRDE). No fechar das contas de 2018 para 2019 o saldo que ficou foi de aproximadamente R$ 200 mil.

Além dos R$ 900 mil, contando nesse valor R$ 118 devolvido do duodécimo da Câmara de Vereadores, no dia 31 de dezembro entraram no caixa R$ 639.724,32 de recursos resultantes da divisão entre Estados, municípios e o Distrito Federal, de R$ 11,73 bilhões que o governo com o leilão de campos de petróleo, em novembro, quando arrecadou R$ 69,96 bilhões.  Por acordo aprovado no Congresso ficou determinado que 15% do valor arrecadado com o leilão seria repassado aos estados e ao Distrito Federal. Outros 15% ficaram para ser distribuídos aos municípios, de acordo com os coeficientes que regem a repartição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Por determinação do Ministério da Economia, os recursos devem ser aplicados para reduzir o déficit previdenciário de estados e municípios e/ou para a realização de investimentos. Fica vedada a utilização para outras despesas, como remuneração do funcionalismo público.

Em Nova Trento, os R$ 639 mil já tem destinação definida: serão investidos nas pavimentações das ruas Vicente Vargas, em Vigolo; Lombardia e Luiz José Vargas, em Claraíba; e Independência e Ivo Ceccato, em Trinta Réis.  Os projetos de algumas já estão prontos e devem ser licitados nos próximos dias; de outros estão em fase conclusiva.

Compromissos financeiros

Os R$ 900 mil, resultante de extremo equilíbrio nos gastos públicos municipais, envolvendo todas as secretarias, já estão em boa parte comprometidos nos próximos meses. Cerca de R$ 500 mil irão para reposição salarial dos servidores municipais, aprovada em dezembro e retroativa a abril de 2019.

O vale-alimentação que os servidores municipais (exceto agentes públicos, como o prefeito, vice e secretários) passarão a receber a partir de abril deste ano, custará cerca de R$ 90 mil mensais.

O secretário de Administração e Finanças, Jucelino Chini, atribui o saldo a uma série de providencias, como controles nas licitações, empenho do setor de recursos humanos no gerenciamento da folha, o desempenho do setor de tributos e  a cooperação dos secretários na racionalização das despesas.

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